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Olá, Kurafutā (クラフター)! Tudo certo? Hoje, o tema das coisas em que quero me aventurar é a cerâmica fria, também conhecida como biscuit, que é similar à cerâmica. Eu já tinha ouvido falar de cerâmica fria, mas quando vi uma estadunidense fazendo essa técnica, fiquei com muita vontade de tentar, a @uncomfy.com. Basicamente, ela faz chaveiros, pins e imãs de geladeira de personagens que ela mesma criou.

Por Que Decidi Me Aventurar na Cerâmica Fria?

Acho que é o fazer pelo fazer; não tenho nenhum objetivo além de aprender e desenvolver a habilidade de modelar. Como tenho vontade de voltar para a cerâmica, acredito que modelar em biscuit será uma maneira de desenvolver a noção de tamanho e formas. Mesmo sabendo que a textura da massa de biscuit é completamente diferente da argila — uma sintética e outra natural — é mais sobre o exercício da criatividade e o manuseio.

Como Começar a Modelar em Biscuit: Dicas e Ferramentas Essenciais

Como é algo novo para mim, ainda não sei como começar. Confesso que acho que preciso fazer um curso para entender e aprender dicas de ferramentas e materiais. Por enquanto, tenho apenas o desejo de fazer e aprender. Não sei como será, nem se tenho habilidade, mas toda vez que vou começar ou me aventurar em algo novo, demoro um tempo amadurecendo e pesquisando sobre o tema. Começo a seguir artesãs ou artesãos que já trabalham a técnica, procuro referências e tutoriais no YouTube e, por último, procuro achar um workshop para ter um primeiro contato com a técnica. Depois, compro os materiais.

O Processo Criativo: Da Modelagem ao Toque Final

Assim como a cerâmica, o biscuit tem algumas etapas: modelar, deixar secar por algumas horas ou dias (dependendo do clima), pintar e passar resina. Esses processos, apesar de parecerem longos, são mais simples porque posso executá-los em casa, sem a necessidade de uma estrutura grande como na cerâmica, que exige um forno para as queimas. A possibilidade de fazer em casa e no meu tempo foi um dos fatores que me deixou mais animada para aprender essa técnica. Mas também confesso que, diante de tantas coisas que ainda quero fazer neste ano de 2025, talvez a cerâmica fria esteja no final da lista.

Onde Encontrar Inspirações e Moldes para Cerâmica Fria?

Vendo vídeos e diversas contas no Instagram, percebi que existem muitos moldes já prontos para ajudar nessa modelagem. Muitos artesãos fazem enfeites de bonecos ou personagens de desenhos e usam esses moldes para depois pintar as peças.

Desafios e Superações

Acredito que isso ocorre porque não tenho noção de material e, portanto, seria literalmente começar do zero. Por isso, acho que ainda é mais divertido assistir aos vídeos das pessoas fazendo os objetos do que iniciar a prática por conta própria. Também percebo que, quando quero aprender de verdade, tudo vai acontecendo naturalmente. Foi assim com o tricô. Sempre tive vontade, mas tinha medo e achava que não ia conseguir. No entanto, quando decidi, foi muito fácil encontrar o curso, os professores, o material, etc. Então, foi só deixar fluir e ir alimentando essa vontade com vídeos e tutoriais.

O Que Esperar da Jornada na Cerâmica Fria

Minha ideia é fazer alguns imãs de geladeira e chaveiros, envolvendo o tema de artesanato ou manualidades, como agulhas, novelos, tesoura, etc. Tenho muitas ideias de produtos ou coisas que quero desenvolver — ideias não me faltam, rs. Vocês também são assim, com muitas ideias e projetos? A maior parte das minhas inspirações vem do Pinterest ☺️, amo esse catálogo virtual.

Além dos Imãs e Chaveiros

Mas além desses objetos que comentei, existem outras milhares de opções, como pequenos vasos, porta-joias, enfeites e acessórios, como brincos e pingentes. Para muitos desses objetos, os artesãos usam moldes ou cortadores para ajudar na construção da peça.

A Jornada Está Só Começando

Estou bastante empolgada com essa nova jornada de aprender cerâmica fria e biscuit. Sei que será um processo de descoberta e crescimento, e embora o caminho ainda pareça um pouco nebuloso, estou animada para explorar todas as possibilidades criativas que essa técnica pode oferecer. Afinal, o importante é seguir o fluxo, se permitir errar e aprender com cada nova experiência. Tenho certeza de que, com o tempo, vou encontrar minha própria maneira de aplicar o biscuit em peças únicas e cheias de significado.

Espero que, assim como foi com o tricô, eu consiga me aprofundar na prática, superando meus receios iniciais, e que essa aventura traga não só aprendizado, mas também muitas inspirações e projetos futuros. A jornada está só começando, e mal posso esperar para ver onde ela vai me levar!

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Autor

niiyama.yu@gmail.com

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